Como arquiteto de ilusões,
Rabisco tua presença
Em todo canto,
Em cada cômoda.
Abandonados,
Largados de meu desencanto.
Em cada obra de meu infortúnio
Minha vontade se dissipa
Dissimulada,
Rebate meus pensamentos mais egocêntricos.
Em cada gota de tinta, um perfume exalado
Vermelho sangue.
Que derramo sobre minha cama
Para lembrar-me de você.
Onde desenho meus projetos.
Meus planos para nós dois.
A cada tijolo de nossa obra,
A nitidez se faz pra mim.
(...)
E então, a imagem se desfaz, sonolenta,
Lerda, me trazendo de volta
A esta prancheta.
Minha realidade, a planta.
Meu lápis e meu papel.
Carpe Diem!!!
Rabisco tua presença
Em todo canto,
Em cada cômoda.
Abandonados,
Largados de meu desencanto.
Em cada obra de meu infortúnio
Minha vontade se dissipa
Dissimulada,
Rebate meus pensamentos mais egocêntricos.
Em cada gota de tinta, um perfume exalado
Vermelho sangue.
Que derramo sobre minha cama
Para lembrar-me de você.
Onde desenho meus projetos.
Meus planos para nós dois.
A cada tijolo de nossa obra,
A nitidez se faz pra mim.
(...)
E então, a imagem se desfaz, sonolenta,
Lerda, me trazendo de volta
A esta prancheta.
Minha realidade, a planta.
Meu lápis e meu papel.
Carpe Diem!!!

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